Sobre

Jornalista formada pela Univali, Especializada em Marketing Político (Unichristus), com experiência emScreenshot_20210526-232952_Instagram (2) gerenciamento de crise. Atuou no jornalismo online e assessoria de comunicação. Experiência de comunicação em gestões municipais, parlamentares, campanhas e ongs. MBA em Marketing Digital e Gerenciamento de Redes Sociais (trancada/ Unifor). Atualmente militando no combate as Fake News. Uma curiosa e iniciante leitora sobre os temas referentes a geopolítica, a industria cultural e a psicologia social. Cada vez mais a psicologia é utilizada para tratar da subjetividade humana na montagem de materiais jornalísticos. Marilena Chauí (2004) salienta que as primeiras reflexões de natureza sociológica, psicológica e filosófica acerca dos meio de comunicação social foram realizados no momento no qual o rádio se propagava. (Oliveira, pag. 124). A meu ver foi no rádio que começou a psicologia de massa do facismo. Hoje presente nas redes sociais e nos gupos de WhatsApp com uma dialética do ódio no âmbito de grupos que necessitam de um líder, um mito, para seguir. Vale a pena assistir o filme “A Onda“, Die Welle do Diretor Dennis Gansel, Alemanha, 2008. A obra explica de forma muito clara como que o nazismo pode retornar sem que as pessoas notem que estão sendo influenciadas por pensamentos  racistas e de ódio.

OLIVEIRA, Samuel Antônio Merbach de Oliveira. A Industria Cultural como instrumento de alienação e dominação na Sociedade do Espetáculo. São Paulo: Pacto Editorial , 2018.

#CombateFakeNews

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